História

UM SINDICATO DE COMPROMISSO E LUTA QUE RESPEITA A CATEGORIA


O Sindicato dos Trabalhadores em Editoras de Livros, Publicações Culturais e Categorias Afins do Estado de São Paulo (SEEL), nasceu na década de 60 como uma associação de classe, como ocorreu com grande parte das entidades sindicais. Em 6 de dezembro de 1960, foi reconhecido pelo Ministério do Trabalho como entidade sindical representativa da categoria profissional.
A luta pela democratização
A entidade permaneceu no ostracismo até 1979, mas assim como o País vivia um processo de redemocratização, um grupo de trabalhadores da Abril Cultural organizou a transformação do SEEL em sindicato democrático e afinado com os anseios da categoria.
A partir daquele ano, esboçou-se uma oposição sindical que, em 1980, assumiu a direção do sindicato, estabelecendo novos vínculos democráticos com a categoria e uma dinâmica mais participativa junto aos trabalhadores.
Ajudando a construir a CUT
Com essas transformações, o SEEL sempre articulado com outras entidades como o Sindicato dos Jornalistas, o Sindicato dos Radialistas e o Sindicato dos Gráficos, se vinculou às lutas pela unidade dos trabalhadores em Comunicação e pela construção de uma central sindical colocando-se ao lado das grandes mobilizações populares que ocorreram na década de 80. Em 1990, a categoria, após avaliar a justeza das reivindicações e das lutas encaminhadas pela central, autorizou a direção sindical a filiar a entidade à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Resistência e esperança nos anos 90
No decorrer dos anos 90, a entidade aliou-se à resistência do movimento sindical contra as reformas e o corte de direitos promovidos pelos governos neoliberais de Fernando Collor de Mello e Itamar Franco; e pelas reformas constitucionais promovidas nas duas gestões de Fernando Henrique Cardoso.
Com a convicção de que deveria ajudar a mudar o Brasil, o SEEL assumiu a defesa da candidatura de Lula para a presidência da República. A vida do sindicato, sempre esteve, portanto, umbilicalmente ligada à vida política do Brasil; e desde a sua democratização em 1979, o Sindicato escolheu permanecer de um lado da História, juntando-se a outras entidades sindicais no interior da CUT e aos movimentos populares, na defesa da democracia, do desenvolvimento, da distribuição da renda, da inclusão social e da emancipação política e econômica dos trabalhadores.
Novos planos e compromissos
Hoje o SEEL é um menino maduro. Maduro pelo seu tempo de estrada e menino pelos sonhos que ele ainda alimenta de ajudar a construir um mundo melhor, mais justo, mais igualitário e mais feliz para todos.
Seu espírito jovem, inovador e sua grande capacidade de adaptação permitem que o SEEL continue na luta, tendo acima de tudo um compromisso com a defesa dos salários, dos empregos, dos direitos e das conquistas dos trabalhadores que representa. A missão que escolheu para si é suficiente para demonstrar as razões do seu trabalho:
‘Organizar e representar os trabalhadores em editoras de livros na defesa dos seus interesses e direitos e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária’.